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Goiânia, 01/12/21
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Foto: Divulgação

O programa do concerto é variado, trazendo temas como alegria e celebração

Com público, Orquestra Filarmônica de Goiás inicia temporada na próxima terça-feira, 26

24/10/2021 · Por Eduardo Horacio

A Orquestra Filarmônica de Goiás retoma as apresentações presenciais nesta terça-feira, 26, a partir das 20 horas, no Palácio da Música do Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), com entrada franca. A retomada das atividades presenciais, após um ano e sete meses, será marcada pelas obras de Wagner, Enescu, Debussy e Nepomuceno. Composições que prometem emocionar o público presente. Todos os protocolos contra a Covid-19 serão seguidos.

Para os integrantes da orquestra, esse concerto é como se fosse um renascimento - desde março de 2020 que a OFG não realiza apresentações com a presença do público. A retomada também é marcada por uma nova gestão da Orquestra, que é realizada pela Universidade Federal de Goiás (UFG) com o Governo de Goiás, por meio de convênio entre a Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape) e a Secretaria de Desenvolvimento e Inovação (Sedi).
 
O programa do concerto é variado, trazendo temas como alegria e celebração. O início será uma explosão de alto esplendor romântico com a abertura de Wagner ‘Die Meistersinger von Nürnberg’ e, em seguida, um contraste completo com ‘Prélude à l’unisson; do grande compositor romeno George Enescu; um trabalho maravilhosamente calmo e meditativo.
 
“Encerramos a primeira parte com a deliciosa Petite Suite de Debussy. A obra principal do concerto é a magnífica sinfonia em sol menor de Nepomuceno. A OFG sempre teve um forte compromisso com a música brasileira e esta é realmente a grande Sinfonia Romântica Brasileira”, afirma o maestro Neil Thomson.
 
Segundo Neil Thomson, o período da pandemia serviu também para refletir sobre questões como que lugar uma orquestra ocupa na sociedade no mundo pós-covid? “Nos últimos 18 meses, vimos como as pessoas se voltaram para a música e as artes em busca de conforto espiritual. E isso nos mostrou que a cultura é realmente uma necessidade, e não um luxo” complementa.
 


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