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Goiânia, 02/08/21
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Quando se vê a disponibilidade dos leitos de UTI para covid-19 da rede estadual, em Goiânia, a taxa sobe ainda mais e marca 89,8%. Na rede privada, a ocupação registrada nas unidades de saúde da capital é de 92,8% - apenas nove vagas estão disponíveis

Flexibilização precoce de Rogério Cruz faz ocupação das UTIs em Goiânia se aproximar de 90%

21/07/2021 · Por Redação

A ocupação dos leitos de UTI públicos e privados para tratar covid-19 voltou a crescer em Goiânia e atingiu, 86,4%. Os dados foram colhidos na plataforma de monitoramento do novo coronavírus disponibilizada pela Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES-GO). De acordo com números enviados ao jornal A Redação pela Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) no último dia 13, a ocupação dos leitos de tratamento intensivo na capital era de 76%.

Ao todo, são 773 leitos habilitados, mas 668 estão com pacientes internados. Quando se vê a disponibilidade dos leitos de UTI para covid-19 da rede estadual, em Goiânia, a taxa sobe ainda mais e marca 89,8%. Na rede privada, a ocupação registrada nas unidades de saúde da capital é de 92,8% - apenas nove vagas estão disponíveis.

A superintendente de Vigilância em Saúde do Estado de Goiás, Flúvia Amorim, descartou qualquer ligação do aumento com a variante Delta. Segundo ela, essa nova crescente nos casos se atribui sobretudo ao comportamento da população. "Quando temos uma queda nos casos, percebemos que as pessoas começam a sair, como se a pandemia tivesse acabado. Isso acaba por gerar novas infecções. Para ela, 99% das infecções registradas em Goiás são da variante Gama, também conhecida como P-1. A superintendente, no entanto, destaca que, para mitigar o avanço do vírus, é preciso que os próprios municípios entendam a dinâmica da contaminação local e adote medidas para frear os casos.", explicou.





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