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Órgão federal responsável pela preservação do patrimônio histórico identifica problemas de conservação no principal cartão-postal da capital e reforça necessidade de ações coordenadas
Iphan aponta estado ruim da Praça Cívica e cobra intervenções em Goiânia
22/04/2026, às 09:41 · Por Redação
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) apontou que a Praça Cívica apresenta condições consideradas insatisfatórias de conservação, acendendo alerta sobre a preservação de um dos principais patrimônios históricos de Goiânia.
O espaço integra o conjunto arquitetônico art déco da capital, tombado em nível federal.
De acordo com a avaliação técnica, o local sofre com problemas estruturais e de manutenção, além de intervenções que, em alguns casos, não respeitam integralmente as diretrizes de preservação.
O Iphan tem acompanhado de perto as mudanças na área e já solicitou esclarecimentos ao poder público municipal em situações recentes, como alterações na arborização e no uso do espaço.
A Praça Cívica é considerada um marco da fundação de Goiânia, concentrando prédios históricos relevantes construídos entre as décadas de 1930 e 1940.
Por isso, qualquer intervenção precisa seguir critérios rigorosos para garantir a integridade do conjunto urbanístico e paisagístico.
Nos últimos anos, o espaço tem sido alvo de obras de revitalização conduzidas pelo governo estadual, com investimentos na recuperação de edifícios históricos e requalificação de áreas públicas.
Apesar disso, o diagnóstico do Iphan indica que ainda há desafios importantes para assegurar a preservação completa do patrimônio.
O debate sobre a Praça Cívica também envolve divergências entre diferentes esferas de governo. Enquanto o órgão federal atua na proteção do patrimônio, gestores estaduais e municipais defendem intervenções para modernizar e ampliar o uso do espaço. O impasse evidencia a necessidade de conciliar preservação histórica com demandas urbanas contemporâneas.
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