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Goiânia, 29/01/26
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Confissão atual desmente diretamente o primeiro depoimento dado pelo suspeito

Síndico revela motivo de discussão que terminou em morte no subsolo de prédio em Caldas

28/01/2026, às 11:06 · Por Redação

O desaparecimento da corretora Daiane Alves Souza, que mobilizava as autoridades desde dezembro de 2025, chegou a um desfecho trágico. Cléber Rosa de Oliveira, síndico do prédio onde a vítima trabalhava, confessou o crime e indicou à Polícia Civil a localização do corpo, deixado em uma área a 15 quilômetros de Caldas. O cadáver foi encontrado em estado avançado de decomposição. Cléber e o filho foram presos durante a operação policial.

Em depoimento, o síndico revelou que o assassinato ocorreu no dia 17 de dezembro de 2025, data em que Daiane foi vista pela última vez. Segundo o autor, o crime aconteceu no subsolo do condomínio após uma discussão acalorada entre os dois por conta de desavenças antigas. A vítima chegou a ser expulsa do condomínio e reverter na Justiça. Cléber movia processos na Justiça contra Daiane. O suspeito alegou ter agido sozinho, relatando que, após a morte, colocou o corpo na carroceria de sua picape e deixou o prédio para realizar o descarte.

A confissão atual desmente diretamente o primeiro depoimento dado pelo suspeito no início das investigações. Na ocasião, o síndico havia afirmado que não saiu do condomínio na noite do desaparecimento. No entanto, o trabalho de inteligência da polícia, baseado na análise de câmeras de segurança, confirmou que Cléber saiu do local dirigindo o veículo citado por volta das 20h daquela noite.

Até o momento, a Polícia Civil não confirmou se as prisões de pai e filho são de caráter preventivo ou temporário. O caso segue sob investigação para apurar a possível participação do filho de Cléber e outros detalhes da dinâmica do homicídio.

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