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Governador Ronaldo Caiado se manifestou após declaração do presidente norte-americano sobre captura de Nicolás Maduro
Caiado chama ataque dos EUA à Venezuela de “dia da libertação do povo venezuelano”
04/01/2026, às 08:03 · Por Redação
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), comentou nas redes sociais, neste sábado (3/1), o ataque dos Estados Unidos à Venezuela. Para Caiado, a data deve marcar o fim de um ciclo político no país vizinho. “Que este 3 de janeiro entre para a história como o dia da libertação do povo venezuelano, oprimido há mais de 20 anos pela narcoditadura chavista. Que a democracia, a liberdade e a prosperidade se instalem no país”, escreveu.
A manifestação ocorreu pouco depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o presidente venezuelano Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram capturados após uma ação militar em território venezuelano.
Mais cedo, o governo da Venezuela havia informado que sofreu uma “agressão militar” após explosões atingirem Caracas e outras regiões do país durante a madrugada. Diante dos ataques, foi decretado estado de emergência nacional. Inicialmente, autoridades norte-americanas não confirmaram oficialmente a autoria da ofensiva, mas a emissora CBS News informou, com base em fontes, que a ordem partiu de Trump.
Segundo comunicado do governo venezuelano, bombardeios também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Testemunhas ouvidas pela agência Reuters relataram explosões, sobrevoo de aeronaves e colunas de fumaça em diferentes pontos da capital a partir das 2h (horário local).
À noite, a Casa Branca divulgou em um perfil oficial no X um vídeo que mostra Nicolás Maduro algemado e escoltado por agentes da agência antidrogas dos Estados Unidos, em Nova York. Nas imagens, ele cumprimenta os policiais em inglês ao chegar à unidade onde ficará detido enquanto aguarda julgamento.
De acordo com informações divulgadas por Washington, Maduro foi capturado durante uma incursão militar na capital venezuelana, que mobilizou navios e aeronaves. Sob a justificativa de combate ao narcotráfico, Trump afirmou ter autorizado a operação e declarou que os Estados Unidos passarão a conduzir um processo de transição política no país, além de assumir o controle do setor petrolífero. A Venezuela detém a maior reserva de petróleo do mundo e é fornecedora de países como China e Rússia, rivais econômicos dos Estados Unidos.
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