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Polícia chegou a pedir prisão de Wilson Pollara, mas Justiça negou solicitação; pedido foi feito durante a Operação Pagamento Imediato, que apura suspeitas em contrato firmado em 2024
Polícia chegou a pedir prisão de Wilson Pollara, mas Justiça negou solicitação
29/11/2025, às 09:19 · Por Redação
A Polícia Civil de Goiás solicitou a prisão do ex-secretário de Saúde de Goiânia Wilson Pollara, no âmbito da Operação Pagamento Imediato. A informação foi confirmada pelo titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública (Dercap), delegado Ivaldo Gomes de Mendonça, ao jornal Opção. A Justiça, porém, negou o pedido e autorizou apenas o cumprimento de mandados de busca e apreensão.
A operação cumpriu 13 ordens judiciais relacionadas a um contrato firmado em 2024, quando Rogério Cruz (SD) ainda era prefeito da capital. No caso de Pollara, os agentes recolheram o aparelho celular.
Segundo a Polícia Civil, as investigações apuram suspeitas de associação criminosa, licitação irregular e contratação direta ilegal envolvendo uma empresa de Palmas (TO). O caso teve início após relatório da Gerência de Ações Estratégicas da Secretaria de Estado da Saúde apontar falhas na contratação e na execução dos serviços.
A apuração indica que o pagamento de R$ 12 milhões à empresa teria ocorrido em prazo inferior ao previsto e antes da comprovação de serviços prestados. Também foram identificados indícios de repasse de parte dos recursos antes da formalização contratual.
A Operação Pagamento Imediato investiga, além da contratação, possíveis irregularidades no fluxo financeiro relacionado ao contrato. A Polícia Civil de Goiás (PCGO) afirma que segue analisando documentos e materiais apreendidos para definir novos desdobramentos da investigação.
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