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Goiânia, 05/12/20
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Comes relatou que durante uma pescaria, Nei havia perguntado sobre alguém para “cobrar dívidas”. Segundo o delegado que apura o caso, Rhaniel Almeida, Nei não admitiu que mandou matar advogados, mas apenas cobrar dívidas

Execução de advogados pode ter sido discutida em pesca entre amigos

19/11/2020 · Por Pedro Lopes

A Polícia Civil apura linha de que parte das negociações das morte dos advogados Marcus Aprigio Chaves, de 41 anos, e Frank Alessandro Carvalhaes de Assis, de 47, foram feitas durante pesca. Um dos suspeitos de envolvimento no crime, Cosme Lompa Tavares, confessou que era amigo de pescaria do fazendeiro Nei Castelli, de 58 anos, que está preso como suspeito de ser mandante do crime. 

Ao todo, são 5 suspeitos de envolvimento nos assassinatos, dos quais quatro foram presos e um morreu em ação policial. 

Comes relatou que durante uma pescaria, Nei havia perguntado sobre alguém para “cobrar dívidas”. Segundo o delegado que apura o caso, Rhaniel Almeida, Nei não admitiu que mandou matar advogados, mas apenas cobrar dívidas. 

Ainda conforme a polícia, Nei quem custeou o transporte dos pisteiros sete dias antes do crime, do interior do Tocantins até Goiânia. Ele eteria desemblado R$9 mil para que eles se mantivessem na capital. A apuração também investiga a linha de que Cosme teria contatado Pedro Henrique Martins Soares, de 25 ano, para a execução do crime. 


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