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Goiânia, 02/04/20
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Decisão do governador Ronaldo Caiado de acatar o pedido do Governo Federal merece reconhecimento

Gesto humanitário é acerto do governador Ronaldo Caiado

07/02/2020 · Por Eduardo Horácio

Atendendo a um pedido do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), o governador Ronaldo Caiado (DEM) aceitou receber em Goiás os brasileiros que estavam na China e podem ter tido contato com o Coronavírus, que já matou centenas de pessoas em diversos locais, a maior parte no país asiático.

Uma estrutura foi montada na Base Aérea de Anápolis para receber todos os brasileiros que estão na China. Eles voltarão ao país no próximo sábado, 8, após o governo enviar um avião para resgatá-los. Em Anápolis, o grupo ficará isolado em uma espécie de ‘quarentena’ até que as suspeitas de terem contraído o vírus sejam descartadas.

A decisão do governador Ronaldo Caiado de acatar o pedido do Governo Federal demonstra, sobretudo, um gesto humanitário, de apresso pela vida humana. Além disso, como médico, o governador ajuda a manter a população informada e a desmistificar os riscos de transmissão da doença que, em geral, alarma a população e não colabora no combate a epidemias.

Ao aceitar receber os brasileiros que podem ter tido contato com o vírus na China, o governador também enfrenta o preconceito que envolve esses brasileiros e outros de origem asiática devido ao surto da doença há um mês. A população goiana, aliás, foi vítima de forte preconceito na década de 80, após o acidente com o Césio 137.

Com todos os cuidados e procedimentos que a iniciativa requer (e estão sendo adotadas), é importante reiterar que o governador Ronaldo Caiado agiu de forma correta e corajosa. E merece reconhecimento.

Coronavírus

O Coronavírus é um grupo de vírus que causam infecções respiratórias e são conhecidos desde a década de 1960. Em dezembro do ano passado, porém, foi descoberto na China um novo agente. O novo Coronavírus, como é chamado, tem mais de 14 mil casos registrados, com mais de 300 mortes confirmadas. No Brasil, até o início de fevereiro, eram 15 casos suspeitos, mas nenhum confirmado.



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