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Goiânia, 30/03/20
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Dos deputados estaduais do PSL, apenas Major Araújo anunciou sua decisão: fica no PSL, apesar de se dizer “bolsonarista”

Criação de Aliança pelo Brasil vai rachar o PSL em Goiás

13/11/2019 · Por Eduardo Horacio

A decisão do presidente Jair Bolsonaro de pedir desfiliação do PSL para fundar um novo partido, que terá o nome de “Aliança pelo Brasil”, provoca mudanças também na política de Goiás. A divisão que vinha tomando conta da sigla nos últimos meses foi sacramentada na reunião da tarde desta terça-feira, 12, em Brasília, em que Bolsonaro anunciou a deputados federais do partido a saída da legenda pelo qual se elegeu presidente.

Em Goiás, cada um dos dois deputados federais tomará rumo diferente. O líder do governo, Major Vitor Hugo, já anunciou que sai do PSL e vai para a “Aliança pelo Brasil”. Já o deputado Delegado Waldir, rompido com o Palácio do Planalto, fica no PSL e deve inclusive reassumir a liderança da legenda na Câmara dos Deputados.

Dos deputados estaduais do PSL, apenas Major Araújo anunciou que fica no PSL, apesar de se dizer “bolsonarista”. Paulo Trabalho e Humberto Teófilo devem acompanhar Bolsonaro e ir para o novo partido. “O que deixo bem claro é o meu posicionamento de acompanhar o presidente da República, estou bastante tranquilo neste sentido. Eu não aceitaria ficar num partido que faz oposição ao presidente Jair Messias Bolsonaro”, argumentou Paulo Trabalho.

O deputado estadual Delegado Humberto Teófilo tem discurso semelhante ao de Paulo Trabalho. Ele diz que não tem problemas com o presidente estadual do PSL, Delegado Waldir, mas sairá do PSL.“Não ficarei em cima do muro, precisamos esperar a decisão do presidente Jair Bolsonaro, minha bandeira será a mesma, de defender de forma insistente o presidente Bolsonaro, inclusive nas minhas redes, o meu público é o público do Bolsonaro”, arrematou. 


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